CX – Customer Experience e o Paradoxo da IA: Ser Mais Humano
- 26 de jan.
- 1 min de leitura
Atualizado: 27 de mar.
A inteligência artificial nos apresenta um paradoxo fascinante:
“Quanto mais avançamos tecnologicamente, mais urgência em nos tornarmos: Seres Humanos”.
2026 inicia com discussões sobre Customer Experience e Agentes de IA – Agentics, que deixam de ser Preditivos e passam a ser Generativos, com capacidade para analisar as emoções humanas, direcionando o tom da conversa e de ofertas personalizadas, assumindo um papel essencial na Estratégia de Negócios e competividade que refletem em Receita e Longevidade Sustentável numa empresa.
De acordo com uma pesquisa publicada pela Metrigy, apesar das discussões em torno de Agentes de IA – Agentics, somente 48% das empresas utilizam e muitas destas aplicações são rudimentares. Parte do problema é que somente 61% dos líderes de TI e Customer Experience estão familiarizados com a palavra Agentic. Desta forma, mais informação é necessária para entendimento do seu papel nos negócios.
Agentic e os impactos em CX – Customer Experience
Os agentes de IA deixam de ser preditivos e se tornam generativos. Esta transformação impacta diretamente a estratégia de Customer Experience e a competitividade das empresas.
Capacidades Transformadoras:
Análise de emoções humanas em tempo real durante as interações nos Canais
Ajuste dinâmico do tom da conversa baseado no contexto emocional
Ofertas personalizadas que antecipam necessidades específicas
Comportamento proativo buscando caminhos para alcançar um objetivo pré-estabelecido
Papel estratégico na receita e longevidade sustentável numa empresa

CX 6.0 – CUSTOMER EXPERIENCE, O QUE MUDOU?

O Alicerce para adotar IA
Reflexões como estas, propiciam um alicerce essencial para acompanhar a crescente evolução da IA para conectar a realidade humana aos objetivos de negócio.

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